Viviane Guimarães

Uma válvula de escape… tudo junto… tudo misturado.

Vida dura – Comparada a quê?

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Quando ouço alguém suspirar que a vida é dura,
sempre me ponho a pensar: “Comparada a que?”

Nossas dores são unicamente vencidas, à medida que determinamos que elas podem ser vencidas. O medo impede muita gente de prosseguir, impede de mudar a direção, de tentar fazer certo, mesmo que tenhamos errado mais de 2, 3, 10 vezes, todos temos o direito de recomeçar, retornar, reconstruir e reVIVER.

Nossa fé não pode ser abalada diante das dificuldades e problemas, nada é para sempre, o sofrimento passa, as alegrias tbm, por isso temos que manter nossa fé inabalável. É ela (a fé), que vai nos levar ao impossível,à além do que pensamos.

Deus é fiel, independente das circunstâncias. O tempo com que as coisas de Deus se realizam em nossas vidas dependem exclusivamente de Deus, da vontade dele para nossas vidas, cedo ou tarde se realizam porque promessas não têm data de validade, não existe um tempo determinado para que se realizem, as promessas de Deus são reais e se cumprem, independente de nossa vontade.

Muitas vezes, queremos que as coisas aconteçam à nosso tempo, à vista, mas a vontade de Deus é que elas aconteçam à prazo (como aquelas comprinhas parceladas que fazemos e vamos quitando durante meses ou até mesmo anos!)

Tenho refletido muito sobre o agir de Deus, tenho visto o quanto ele é fiel, o quanto é justo, o quanto é PAI. Somos como crianças que aprendem dia após dia. Deus é paciente, ele nos ensina de forma amorosa ou com rigor, mas ele sempre nos ensina.

Aprendi a suspirar pelo que é bom, pelo alívio do fardo, pela vitória alcançada. O suspirar pelas dores não tem feito parte de mim desde o dia em que entreguei meu caminho ao Senhor, desde o dia em que me tornou livre, desde o dia em que aprendi a descansar e manter a esperança de dias melhores.

Comparado a que nossos problemas são difíceis?
Já não importa mais, Jesus levou sobre si “todas” as nossas dores, ele pagou com alto preço por nossa liberdade, não exitou em se entregar naquela cruz, embora também sentisse medo: “Aba, pai, tudo te é possível. Afasta de mim esse cálice; contudo, não seja o que eu quero, mas sim, o que tu queres”. (Marcos 14:36).

O medo do recomeço nos sonda, mas nossa fé e confiança em Deus, precisa ser mantida todos os dias. Que possamos sempre nos espelhar em Jesus, que desejemos logo alcançar a vitória sobre nossas dores e pesares, mas que sobretudo, prevaleça em nossas vidas a vontade do Senhor.

Carinhosamente, Mônica Toledo.

A arte de ser encontrado por Deus

Você já pode perceber que uma pessoa, no momento que se encontra mais necessitada, torna-se também vulnerável? E há pessoas que têm o dom de nos seduzir. Na leitura do Evangelho, a passagem da Samaritana (Jó, 4) aconteceu ao meio-dia. Essa mulher foi encontrada, talvez, no momento em que o corpo mais precisava de um cuidado. O meio-dia representa aqui, a separação daquilo que fizemos na manhã e o que vamos fazer à tarde. Esta “manhã” é simbolizada por aquilo que nos fez cansados, ou seja, o nosso passado, aquilo que já foi vivido. O perigo que podemos correr é de fazer, do período da “tarde”, uma repetição daquilo que vivemos no passado do nosso dia, isto é, a nossa “manhã”.

A “manhã” dessa mulher, como relata o Evangelho, foi toda errada, porque ela não alcançou seus objetivos. Então, entra Aquele por quem nos apaixonamos um dia: Jesus! É Deus quem pede um favor para uma mulher que viveu uma manhã sem esperança. No diálogo com Jesus, a mulher recorda da sua manhã, reconhece-se “não merecedora”. Vê-se totalmente tomada pela derrota. Só um olhar, como o de Jesus, para nos fazer esquecer tudo aquilo que não deu certo.

Às vezes, encontramos pessoas que nos fazem esquecer a nossa amargura, provocada pela vida. Jesus olhou para aquela mulher não para condená-la, mas para uma profunda cura interior. Profeta não é aquele que nos aponta um futuro glorioso, mas que nos mostra aquilo que precisamos renunciar para, depois, assumirmos um futuro glorioso. Diante de Deus, máscaras não funcionam. O que aquela mulher precisava fazer era só ter a capacidade de dizer: “Eu sou isso”. Enquanto fingirmos para nós mesmos, não iremos a lugar nenhum; enquanto não reconhecermos as nossas necessidades, nossas lutas e nossos males; enquanto não dermos nomes aos nossos inimigos e olharmos nos olhos deles, eles serão maiores do que nós.

Enquanto tivermos medo dos malefícios da “manhã”, não seremos capazes de entrar na “tarde” com as cores de ressurreição. É impossível amar o outro se antes o amor de Jesus não estiver amando em nós e não estiver nos devolvendo, o tempo todo, a nós mesmos. Quando nos amamos, o que, na verdade, estamos fazendo não é trazendo o outro para nós, pois isto é equivoco, é a “manhã” que não deu certo.

Amor de ressuscitados, amor de homens e mulheres que acreditam em Deus não é amor que retém, é amor que devolve ele a ele mesmo. Amor humano é devolução, é restituição. A pessoa que aceita qualquer coisa também será deixado por qualquer coisa. Quantos de nós temos de passar pelo duro aprendizado de dizer “não deu certo”. Essa é a coragem de olhar para nós mesmos e reconhecermos: “Não deu certo, mas ainda pode dar”. Por orgulho, nós mentimos para o outro.

Jesus deu a força para aquela mulher reconhecer: “Eu não nasci para viver essa condição de miserável eternamente”. Na sua vida, você faz a experiência de encontrar e de ser encontrado. Tantas vezes você esbarra naquele irmão que você já não vê há muitos anos e por quem já não sente mais nada. Irmãos que, há tanto tempo, não se encontram, porque não têm a coragem de contar a sede que têm do outro, e este não sabe que seu irmão está sedento. Quantas relações humanas estão falidas porque as pessoas não conseguem mais reinaugurar um ao outro.

Às vezes, somos especialistas em colocar os olhos somente naquilo que não deu certo em nós. Comece pelos pequenos gestos, nem que seja lavando um copinho sujo de café. Eu sei que você tem realidades muito concretas, sobre as quais você pode dizer: “Eu não fui fiel, eu não fui irmão; eu fui pelo caminho da prostituição. Eu corri atrás do retrocesso, ao invés de correr atrás do poço de água limpa para por atenção na manhã que não deu certo. Confiei em estranhos, ao invés de confiar naqueles que me colocaram no mundo. Permiti que muitos me jogassem no barro da indiferença e esqueci-me de quem eu era”.

Eu o desafio, agora, a estar sentado à beira do poço. Ao invés de um rosto marcado pela revolta, no rosto de Jesus você encontra amor. Você pode correr para Jesus, pois a sua “manhã” só pode ser esquecida se você fixar o seu olhar no rosto d’Ele; neste olhar que pode reinaugurá-lo e tirar a placa que lhe dizia “falido”. Hoje, receba a placa que diz: reinaugurado por Jesus.

Poema de revelação do amor, ternura, beleza e graça divinal

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Atravessa as páginas da bíblia, um poema de singular beleza e de singular ternura. É o poema do amor de Deus! O Deus da Bíblia é Deus que nos ama, o Deus da bíblia é aquele Deus que a alma ansiosa pode invocar, nas palavras consoladoras de Davi, no Salmo 27: “O Senhor é a minha luz e a minha salvação,de quem terei medo? O Senhor é a fortaleza da minha vida a quem temerei?”

Esse poema de amor, de ternura, de beleza; é revelação da graça divina, que alcança a humanidade falida. Poema que se reveste em nossa experiência pessoal, de plena dimensão, de acordes intraduzíveis ao assumir a forma de uma cruz. E quando o grande poema de amor divino, assume no calvário a forma da cruz, Jesus Cristo, o filho de Deus, derrama o seu sangue precioso pelos pecadores.

Aquela cruz para os homens, era símbolo de ignomínia, de maldição e males irreparáveis, de culpas imperdoáveis. Mas Jesus Cristo, derramando o seu sangue em obra propiciatória, transforma aquela mesma cruz maldita, em nossa esperança, em motivo de nossa glória, presente e eterna.

Há um momento em que a cruz é martírio, é sacrifício, é derramamento de sangue inocente, mas, há também nessa cruz, uma projeção de eternidade, quando, lá no Gólgota, cumpre-se plenamente no cordeiro de Deus, a palavra de justiça que a antiga dispensação apregoava: “Sem derramamento de sangue, não há expiação para o pecado”.

Gosto de pensar detida e comovidamente, no amor de Deus. No amor que busca a humanidade perdida e ingrata. Gosto de pensar no amor de Deus, com providência constante ao longo do nosso caminho. E, nesse Salmo que acabo de citar, Davi, quando considera o grande amor, poema revelado e glorificado em sua própria experiência, proclama:”Ainda que o meu pai e a minha mãe me abandonassem, o Senhor não me abandonaria…” Que grande amor! Incomparável e sublime amor!

Preciso afirmar-lhes agora, que existe um Deus de mãos vigilantes, em que você poderá descansar. É Deus de amor constante. É Deus de providência insone. É Deus pessoal, que vai conosco, guardando-nos, protegendo-nos, amparando-nos, fortalecendo-nos, mesmo que o dia esteja coberto de sombras. mesmo que a hora seja difícil, quase insuportável. Mesmo que seu coração já esteja cansado, desfalecendo de tanto esperar. Em todos e em quaisquer momentos, o nosso Deus é a nossa luz e a nossa salvação. E, nele, poderemos sempre confiar!

(Texto readaptado: Devocional Dia a dia com Deus/ Pr. Claudemir P. Silva)

Com imenso carinho, Mônica Toledo.

Prossiga em amar e em ter fé!

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“Você é o reflexo de sua fé, tudo o que você conquistou até hoje, foi porque você acreditou primeiro.”

Então está na hora de abrir as portas e janelas pra luz entrar, jogar pra fora toda poeira acumulada e sorrir, sorrir pra vida, pros sonhos, sorrir pra fé, porque “a fé é a certeza das coisas que esperamos e a prova daquilo que não vemos” (Hebreus 11:1) e porque “Sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que ele existe e que recompensa aqueles que o buscam” (Hebreus 11:6).

A fé nos mantém de pé, é por meio dela que conseguimos alcançar milagres conhecidos como “impossíveis”; a fé nos abre os olhos pra coisas grandes, coisas que vão além, muito além do que possamos imaginar por nós mesmos; a fé move montanhas, cura enfermidades, sara feridas, torna possível o perdão, porque quem tem fé, tem amor e o amor nada mais é do que a doce e real presença de Deus em nós.

Quando sentimos amor, coisas materiais se tornam pequenas, distâncias se tornam suaves e um simples olhar já é capaz de encher o coração; uma simples mensagem de “Bom dia” não diz apenas -Bom Dia- diz também: “estava pensando em você”, “você é muito importante” etc…

Enfim, quando temos fé, logo alcançamos o amor e quando temos fé e amor, todas as outras coisas são apenas trampolins pra realização de nossos sonhos.

Então prossiga em amar e em ter fé, porque estes dois sentimentos te levarão a conquistas inimagináveis, farão com que sua vida tenha de repente um “UP” e tornarão possíveis aqueles sonhos que você um dia sonhou com suas maiores forças e que depois desistiu e trancou dentro de uma caixa.

Agora é o tempo de revirar as gavetas atrás daquela chave, aquela mesma que você pensou um dia em nunca mais usar, aquela chave dourada, já meio danificada pela ação do tempo, mas que vai abrir a caixinha que guarda todos os seus sonhos.

Chegou o momento, não perca mais tempo!

É agora, prossiga em amar e em ter fé, e também prossiga em sonhar, pois os sonhos de Deus jamais vão morrer e os seus sonhos podem hoje coincidir com os de Deus!

Carinhosamente,

Mônica Toledo.

Influência que transforma

“Nisto é glorificado o meu pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos…Permanecei no amor” (João 15:8-9)

Os derradeiros capítulos do evangelho que João escreveu, tem com eloquência singular, as últimas recomendações feitas por Jesus a seus discípulos, nas vésperas de sua partida.  São palavras que ao mesmo tempo, comovem e inspiram, alertam e tranquilizam. Palavras com as quais Jesus nos leva às realidades sublimes da visão cristã. Com a sua urgência no testemunho robusto, sincero e destemido, Jesus nos orienta à necessidade prudente de frutos, frutos de valor eterno, frutos verdadeiros do poder de Deus, derramado em plenitude, no coração.

Harold Cook, em um de seus sermões relatou tal fato: “Um pastor estava de mudança para outro campo, bem distante. Tudo já estava pronto, bagagens, família, todas as providências, faltava apenas uma coisa, a partida. Quando estavam deixando enfim a casa onde haviam residido à muito tempo, o dedicado pastor, percorrendo as dependências da moradia, disse entre comovido e preocupado – É. Eu crio que não vou deixando nada. Vai tudo em ordem… – Uma senhora que ali estava, levanta sua voz para dizer: – Pastor, eu não concordo. O sr. está deixando sim, o sr. está deixando a sua influência… Esta é uma grande verdade meu leitor querido, o obreiro partiria para longe, mas a sua influência haveria de permanecer ainda por muito tempo na obra que ali liderou, no grupo que ele conduziu, nas vidas que ele orientou.

Assim somos cada um de nós, por onde quer que passemos, e por quanto tempo permanecemos, deixaremos sempre a nossa influencia. E como tem sido nossa influência? Verdade é, que todos nós exercendo a nossa influencia, devemos diariamente nos sondar, nos examinar, buscando a cada dia um melhor testemunho de Cristo em nossa vida.

Jesus nos diz, que o nome de Deus a quem servimos é honrado, quando produzimos fruto de valor eterno, quando, com nossa vida, nos proclamamos e agimos como, verdadeiros discípulos de Jesus.

Você diz a todos que é cristão, que é salvo por Cristo Jesus. Muito bem! Mas eu lhe questiono nesta hora, o que seu testemunho de vida tem passado aos de fora? Você tem deixado uma sementinha da obra de Deus pelos caminhos aos quais tem trilhado? Nós como cristãos autênticos, temos por dever e com prazer, espalhar sementinhas do amor de Deus por onde quer que passemos. O fruto? O fruto é Deus quem dá, a germinação depende do agir do espírito santo de Deus na vida das pessoas, ao passo que elas deixem que seus corações se transformem em campos férteis para o plantio.

Cabe a mim e a você, espalhar as sementes, então, não perca tempo! Mesmo que sua transição por determinado lugar ou caminho seja muito pequena, deixe ali a sementinha, um dia, ela brotará e os frutos serão doces como o mel, e perfumados como as mais lindas flores do campo.

Sua influência, permanece, mesmo que você esteja de partida!

Carinhosamente, Mônica Toledo.

Prioridades

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Dwight Eisenhower disse certa vez: “Cada arma fabricada, cada belonave lançada, cada foguete disparado, significa em última análise, um roubo aqueles que têm fome e não recebem alimento, aos que têm frio e não são agasalhados”.

As nações unidas estimam em 200 bilhões de dólares a despesa mundial com armamentos, por ano.  O custo anual para erradicar o analfabetismo mundial, num programa quinquenal, seria de 1,6 bilhões de dólares; o custo anual para assistência maternal básica e serviços de planejamento familiar, 2 bilhões de dólares; o investimento necessário para as nações pobres atingirem as metas de produção de alimentos, 4,5 bilhões.

Então você me pergunta, e o que eu tenho à ver com esses dados? Com esses números passados pela ONU?

Esses dados nos mostram como as nações gastam seu dinheiro e quão distorcidas são suas prioridades. É possível alcançar o que Jesus nos pediu: justiça para “estes pequeninos”. Onde estão fitos nossos olhos? Apenas no céu, onde está Deus, ou também na terra onde estão os homens? A impressão que tenho é de que alguns cristãos estão olhando apenas para cima, preocupando-se muito com o culto, com a teologia, com as comissões, com as reuniões de planejamento, com programações especiais, e ignoram as dificuldades do povo ao seu redor.

Os quatro primeiros mandamentos nos sugerem olhar para Deus, mas os seis últimos, nos pedem que olhemos para os homens. Por isso, Jesus disse: “Em verdade, vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes Meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes” (Mateus 25:40).

Jamais observaremos a lei de Deus em espírito e em verdade, somente olhando para o Deus do céu sem olhar para os homens da terra. Não nos esqueçamos: servindo aos pequeninos da terra estamos servindo ao Senhor do céu. Os conceitos da lei de Deus estão fundamentados no amor – amor a Deus, lá em cima, e amor ao próximo, cá embaixo. 

Jesus foi enviado para levar as boas novas aos pobres, libertar os cativos, dar vista aos cegos e curar os doentes. Aqueles que o seguem, são chamados a fazerem o mesmo e para isso recebem poder vindo de Deus. Como posso me considerar um servo do Senhor se não tenho amor suficiente para realmente servir? Quem não está pronto à servir, ainda não é um verdadeiro servo. Pense Nisso!

(Texto readaptado para o blog Viviane Guimarães)

Com carinho, Mônica Toledo.

 

 

Sempre convosco!

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Quando alcançamos o limite de nossa vida e nossa esperança já não existe mais, quase sempre nos desesperamos. Por que isso deveria acontecer quando temos a afirmação do salmista de que “Deus sara os quebrantados de coração e liga-lhes as feridas”? (Salmos 147:3) Deus nos ama! Por que então deixar de partilhar nossos pensamentos com o nosso criador, a cuja imagem fomos criados?

A mensagem da cruz é que Deus se interessa e que seu amor é um amor que redime. A misericórdia de Deus é um dom gratuito e nunca comprada por virtudes.

Acharemos Deus, não apenas em condições ideais de vida, mas na opressão da dor moral, da angústia e do desespero.

Deus está conosco em todas as ocasiões difíceis da vida. Essa promessa sustenta, fortalece e ilumina a escuridão. “Eis que estarei convosco sempre” (Mateus 28:20), no verdadeiro sentido essa é uma grande verdade, Jesus queria dizer que estaria com você leitor, comigo que vos escrevo e com todos aqueles que depositam nele a sua fé.

Quem está intimamente ligado a Jesus, pode ter a certeza de que o Senhor lhe dá forças para superar o dia a dia com todos os seus problemas, sejam eles grandes ou pequenos. Quando depositamos nossa fé no Senhor e confiamos em suas providências, já não dependemos mais de nós mesmos, ou de nossas forças, ou de nossos dons naturais, pois: “Deus faz forte o cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor” (Isaías 40:29).

Seria uma ilusão concluir que a vida de um cristão é sempre um “mar de rosas”, que todos os dias brilha o sol, que não existem mais problemas e que tudo funciona em total perfeição. Não é assim, na realidade a vida de um cristão que serve a Jesus em total essência, pode ser uma vida muito atribulada e cheia de provações.

Filhos de Deus também não são poupados automaticamente de dores, enfermidades, sofrimentos e angústias da vida. Mas os tempos difíceis tornam-se suportáveis, porque temos a certeza de que nada que nos aconteça poderá anular as promessas de Deus.

Temos a certeza das palavras de Jesus: “Eis que estou convosco sempre”. Agora que terminei esse texto, te convido a fazer isso:

(diga seu próprio nome) estou convosco para sempre.
Tenha certeza de que Deus nunca te desamparará, mesmo que pareça ser o fim, mesmo que todas as coisas e acontecimentos te direcionem para o “não”, Deus estará contigo, ele mesmo o prometeu.

Carinhosamente, Mônica Toledo.

 

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